Rogue One – Uma história Star Wars

Hi, Ciao, Bonjour, Oi, Hej…. Halo My Friends

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Como estava com saudades de falar/escrever isso, mas finalmente eu estou menos atolada de coisas para fazer e pude tomar um tempo para escrever, desenhar, pintar, cantar, dançar, gravar …. Enfim: tempo demais. Mas na terça feira eu fui na pré estreia de Star Wars: Rogue One, com uma amiga minha que so conhece Star Wars pelos nomes e porque eu falo demais sobre o assunto, e bem, ELA saiu do cinema querendo fazer maratona dos filmes porque gostou muito de Rogue One e saiu sem palavras do cinema, para você ver o nível do bagulho. Então vamos a resenha. DICA: Rogue One foi retirado na ideia dos letreiros do episódio IV: Uma nova esperança, e não, não tem letreiro no começo do filme.

SPOILER ALERT – TEM MUITO SPOILER, RECOMENDO PARA QUEM JÁ VIU OU NÃO SE IMPORTA COM SPOILER.

  • Review

rogue-one-grupoCom a introdução de novos personagens rebeldes a história, vemos a trajetória de Jyn Erso (Felicity Jones) desde de sua mãe ser morte e seu pai ser obrigado a arquitetar a Estrela da Morte, ser “criada” por Saw Gerrera (Forest Whitaker), sempre estar foragida até se encontrar com Cassian Endor (Diego Luna), quem posteriormente salva ela para um propósito maior: ela é filha de um dos engenheiros da Estrela da Morte, Galen Erso (Mads Mikkelsen, nosso eterno Hannibal – que falando nisso, eu não consigo ver esse cara fazendo um papel do bem, e ver ele fazendo isso nesse filme foi muito estranho), uma arma até então desconhecida pela Aliança, que tem uma pequena falha – posta pelo Galen para sua filha acabar com a estação. Então eles montam um esquadrão, que posteriormente é chamado de Rogue One, para pegar um mapa da Estrela da Morte com o intuito de achar essa pequena falha.

rogue-one-rebeldiaPorém, todos os eventos acontecem enquanto o Império está na sua ascensão, e fica muito difícil tudo acontecer. Então tudo é um grande risco, tudo é uma grande encruzilhada, até porque é uma missão extra oficial da Aliança, pois muitos participantes votaram para que não ocorresse essa missão que Jyn e Cassian queriam ir. Mas no final a equipe e montada por quem queria que ocorresse e lógico que a Aliança deu um forcinha.

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O bom desse filme foi o seguinte, como ele se passa exatamente antes do “Uma Nova Esperança” (até porque o finalzinho é exatamente mostrando o lugar e a pessoa que vai ser presa pelo Darth Vader, que vai ser resgatada pelo um certo cara que vai se tornar um mestre jedi e um certo cara que tem um certo amigo peludo, que pegou um certo mapa com uma unidade R2… Ta vendo a linha de raciocínio né?!) muitas questões são respondidas, como por exemplo como eles conseguiram o certo mapa da Estrela da Morte, e porque eles sabiam que deveriam atacar exatamente naquele lugar da Estrela da Morte e que aquele lugar causaria a explosão.

rogue-one-dalenE claro, o ambiente do filme é outro, é totalmente desapego e batalhas, mostra mortes e apenas uma esperança nova: o mapa. Mas todos estão fadados a morrer, até porque onde eles vão a Estrela da Morte é acionada para a morte deles. Então o ambiente do filme é mostrando essa parte mais detalhada dos eventos, em que os personagens conhecem alguns outros personagens que vão morrendo conforme vai passando o tempo. E outra, os disparos da Estrela da Morte são retratadas de um jeito surpreendente, e que, como já falei, os principais/ mocinhos estão lá lutando pela vida deles de um jeito muito mais maduro que o resto dos filmes.

rogue-one-cegoE não podemos deixar de falar da Força, que é retratada de um jeito diferente do que a mostrada nos outros filmes, em Rogue One a Força é uma crença, que os personagens Chirrut Îmwe (Donnie Yen) e Baze Malbus (Wen Jiang) têm. Principalmente Chirrut que é cego e usa a Força como uma forma de ampliar seus sentidos, ele está sempre utilizando a frase: Eu estou com a Força e a Força está comigo, em suas batalhas como forma de amuleto da sorte, em que tudo irá dar certo para ele e para seus amigos. Ou seja, eles sabem da existência da Força, mas a utilizam como se fosse uma religião, não como os Jedi usam: como algo que flui entre todos e poucos a possui, poucas podem usufruir de seus “poderes”, e como algo que dá “poder” ao Jedi.

Não posso deixar de falar também do jeito que o filme aborda outros tipos de Rebeldes: os que levam a palavra ao pé da letra, em que são extremistas e não querem saber da Rebelião, da Aliança, e sim acham que podem seguir seus próprios caminhos, com seus próprios líderes em que atacam o Império quando tem a chance e não com exatamente um plano para isso.

rogue-one-esquadraoE assim, falando de modo geral, o filme aborda tudo colocando um peso sobre as coisas que o Império e a Aliança fazem, pois tudo tem uma consequência que é sentida em ambos os lados, em que equilibra as cenas mais sombrias como as cenas em que o comandante Tarkin tem de pedir para Vader cuidar das coisas do jeito dele, e as cenas em que a Aliança (em meio a todo o caos) está ganhando em pelo menos uma coisa na batalha, mesmo que perdendo em outra. E a introdução dos personagens foi ótima, pois mostra um pouco do passado de Jyn (em que seu pai foi obrigado a construir a Estrela da Morte, sua mãe morta, e ela foragida), ao mesmo tempo que introduz o pessoal que vai ser do Rogue One (K-2SO, Chirrut, Base, Cassian e um piloto ex-imperial, Bodhi Rook (Riz Ahmed)) e alterna entre cenas de esperança, tristeza, alegria e engraçadas.

rogue-one-k2soPosso falar que um dos personagens que mais interage com o público é o Chirrut, pois ele é cego e não acreditam que ele fala da Força e tudo mais, e o próprio K-2SO, pois o robô reprogramado imperial é sincero e verdadeiro mesmo no pior momento possível o tornando muito engraçado e roubando cena em vários momentos.

rogue-one-death-starE a história, conseguiu retratar muito bem aquele “quê” que você sempre se questionou entre as duas trilogias (I, II, III e a IV, V, VI), quis sempre saber o que houve nesse meio tempo, quis mais do Darth Vader fanservice foda demais (ainda mais com a voz original, mesmo que um pouco acabada) e quis saber um pouco mais das raízes da Aliança e do Império. E não posso deixar de falar sobre o final excelente que teve: em que Darth Vader vai matando todo mundo em busca do mapa e o mapa consegue ser entregue a nave onde Leia está, e assim, eu jurei que quando mostrou a silhueta da Leia (a atriz que foi utilizada foi a Ingvild Deila) não iria mostrar o rosto, mas sim, ela vira e fala: ESPERANÇA. Obviamente não era ela, e era computação gráfica, até porque o filme foi feito a 39 anos atrás e a Carrie Fisher está velha (visto em O Despertar da Força ano passado), mas a emoção foi muito grande por ver a careta dela ali na tela, num marco tão especial.

rogue-one-k2-e-jynE outra coisa que não posso deixar de falar é os atores, acho que a escolha dos atores foi muito boa, pois a Felicity conseguiu retratar bem aquela mocinha que tem seus problemas ( que pega essa missão da Aliança num momento de desespero, e pelo seu pai também) que sabe que vai morrer e não vai ser a heroína renomada da história (até porque não é citada em nenhum lugar da trilogia original), Diego foi a mesma coisa, em que mostra o conflito entre ser o bonzinho que segue regras ou não (que tem um peso sob suas ações ou não) e não posso deixar de falar de uma coisa: a escolha dos atores que também apareceram na primeira trilogia é genial, pois ficaram muito parecidos utilizando computação gráfica, podendo citar o Tarkin: Guy Henry foi utilizado, e ficou muito parecido com o original (Peter Cushing), diferente de Wayne Pygram que em “A Vingança dos Sith” não foi utilizado CGI e não ficou parecido. E o ator de Bail Organa, em que ele aparece sendo o mesmo ator (Jimmy Smiths) que apareceu na trilogia prequel.

rogue-one-cena-q-n-existeAH, e outra, a refilmagem do filme ficou evidenciada em muitos lugares, como numa cena do trailer em que Jyn está carregando os planos da Estrela da Morte na praia junto com o seu grupo, ISSO NÃO OCORRE, os planos são projetados diretamente do prédio de comando para os Rebeldes que se encontram fora do planeta.
rogue-one-darth-vaderE o vilão é Orson Krennic (Ben Mendelsohn), que também é envolvido com a Estrela da Morte e envolvido com o passado de Galen também (descobri que essa história é contada num livro Star Wars: Catalyst escrito por James Luceno) e que tenta impressionar Tarkin mostrando e testando a nova arma feita pelo Império.

AHHHHHHHH, R2D2 e C3PO aparecem no meio do filme, o cinema foi a loucura quando aconteceu.

E por favor, gastem um pouco a mais e vejam em 3D, pois a qualidade gráfica (e dos CGI) são muito melhores.

Um beijo, um queijo e que a força esteja com vocês.

 

 

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O Herdeiro do Império – Timothy Zahn

Hi, Hallo, Ciao, Coi, Ola.. Halo My Friends

DSC_0867Como alguns sabem Timothy Zahn vai estar no Brasil para a Comic Con Experience em dezembro- mas isso deixamos para outro post- mas quem é Timothy Zahn? Ele é um dos autores autorizados pela LucasFilm a “expandir” o universo de Star Wars através de livros, com sua trilogia denominada “Thrawn”, ele cria uma aventura extraordinária dentro da série, extrapolando todos os limites de uma história qualquer. Mas afinal, qual é a história?

  • História

Se passa 5 anos depois -mais ou menos em 9 DBY, na cronologia Star Wars- dos acontecimentos da batalha de Endor (a destruição da Segunda Estrela da Morte e a destruição do imperador), e gira em torno de obviamente Luke, Leia, Han, Chewie, 3PO e R2 e o maligno plano do último grão-almirante denominado Thrawn (dãrr) . Tudo começa com Thrawn querendo colocar o Império novamente no poder, e tirar a Nova República do tal qual cargo, enquanto isso o quarteto e dois andróides parada dura estão tentando manter a Nova República e combater o resto de Império que sobrou. Leia está grávida de gêmeos e casada com Han ( atendendo pelo nome Leia Organa Solo) e mesmo assim continua a liderar a República. Luke está conturbado com seu últimos ensinamentos Jedi e comunicação com Kenobi, porém está ensiDSC_0890nando Leia a se tornar Jedi igual a ele próprio.

Algo que eles não esperavam era que um grão-almirante iria interferir na vida já agitadas deles, Thrawn é descrito no livro como um humanóide de coloração azul, cabelos negros e olhos vermelhos e é um grande estrategista militar, em um determinado planeta é sai a procura de o último mestre Jedi na verdade é um clone com problemas psicologicos existente além de Luke (que bem não é um mestre Jedi, mas é um Jedi e pode se tornar Jedi… Vocês entenderam.) um tal de Joruus C’baoth que tenta incansavelmente achar Luke e obter os gêmeos de Leia, que, esta sofre 2 ataques por alienígenas que servem o Almirante e se mete em encrenca .

Para a firmação da Nova República o grupo então recebe ajuda da Lando Calrissian e mais tarde de Karrde, e Luke então conhece Mara Jade ( que digo que um clima rolou nos poucos dias que eles ficaram juntos, mas Mara tem um ódio por Luke por ele ter estragado indiretamente sua vida ao matar Jabba e ela naquela época ser prisioneira infiltrada dele, mas ela era na verdade a “braço direito do Imperador”, e ódio quase sempre vira amor, então…). Na história, tem de haver batalhas e mais batalhas e de fato acontecem, e no final a batalha acontece em Sluis Van: IMPÉRIO X NOVA REPÚBLICA e para saber o final da história vão ter que ler o livro/ trilogia.

  • Partes marcantes

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Com certeza as partes mais marcantes vem dos dróides, no meio do livro, quando eles vão até Lando procurando ajuda um plano é montado: Leia irá com Chewbacca a bordo da Lady Luck para o planeta dele, Lando, Han e C-3PO vão a bordo da Falcon para outros lugares e Luke junto a R2 abordo do X-Wing dele. Porém a melhor parte acontece neste meio tempo, para enganar o Império e outros planetas eles modificam a voz do 3PO para ficar igual a de Leia e imaginar essa cena na minha cabeça foi muito engraçado, assim como R2 sempre se metendo em confusão, mas isso é o nome do meio do droide.

  • Crítica

DSC_0880Timothy realmente conseguiu deixar uma marca no mundo, não é a toa que é o maior escritor de livros de Star Wars. No livro dele você realmente ouve as vozes dos personagens, ouve a música de John Williams na cabeça e fica cada ve mais maravilhado com a riqueza de detalhes que o enredo traz. É como se você estivesse dentro do livro. Tanto a escrita quanto a textura e diagramação das páginas são perfeitas, e a cada começo de capítulo são duas paginas com estampa galática, uma nave estrelar e o primeiro parágrafo. Eu, no começo pensava que eram frases soltas do livro e não li esse primeiro parágrafo, mas quando percebi- ainda no começo- tratei de começar novamente o livro e ler cada letrinha que estava escrito.
O visual brasileiro comparado ao americano é em minha opinião bem mais trabalhado e bonito do que o gringo. No gringo a capa trás os personagens e um pequeno cenário, como se fosse o próprio cartaz do filme. Já o brasileiro traz consigo como se fosse uma cena de batalha não muito detalhada. Ao abrir o livro pela primeira vez eu não me dei conta do brindDSC_0891e que veio dentro, foi muito espontâneo o jeito que caiu um lindo marcador de página em for
ma de Sabre de Luz, eu fiquei maravilhada. São acho que no próximo livro de Star Wars tem que ser um Sabre de Luz na cor vermelha ( pois no “Herdeiro do Império” é o verde e no do “Kenobi” é azul).

Já comecei a ler o livro do “Kenobi” e estou amando, acho que uma resenha vem por ai. Um beijo, um queijo e um pão de queijo para vocês.