A GRANDE Tag Musical

Hi, Hey, Oi, Ciao, Bonjour … Halo My Friends

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Depois de muito tempo, motivações e muita preguiça acumulada, resolvi gravar um vídeo de uma tag que fiz. A tag eu peguei do blog da Melina Souza pois achei ela muito fofinha e muito significativa pois: é música que estamos falando, e eu amo música.

Vou contar um pouco da minha história com música.

Meu pai é baterista e já foi músico, quando tinha seus 20 e poucos anos ele tocava numa banda na cidade onde foi criado: Videira. Minha mãe é/era pianista, pois por muito tempo tocou piano mas faz muito tempo que não toca também (agora ela está tocando pois temos um piano em casa e ás vezes ela vai lá). Minha vó tem um piano em casa devido a minha dinda, durante um tempo, ter tocado piano, e foi nesse piano que tudo começou.

Quando eu era pequena eu gostava muito de ouvir MPB pois era as músicas que meus pais ouviam, e gostava de ouvir meu pai tocar bateria. Um dia minha mãe estava tocando piano e começou a me ensinar, me dando algumas aulas, e foi ai que me interessei por música. Eu devia ter uns 7 anos de idade quando ela me ensinou onde ficava cada nota, e depois foi me ensinar minha primeira música: Capricho Italiano de P.I. Tchaikovsky, e foi assim que comecei a desenvolver esse amor pelo piano, porém eu não tinha piano em casa, então só podia tocar ele quando estava na casa da minha vó no Rio Grande do Sul. Então outra paixão veio: cantar.

Tudo começou com a série da Hannah Montana, eu realmente achava que um dia iria virar uma cantora ou que a Miley iria passar o legado dela para mim (nesses momentos que você fica pensando o que você tinha na cabeça, mas enfim) e com isso eu cantava todas as músicas com ela. Meu pai me deu meu primeiro microfone e meu primeiro pedestal e foi ai que eu comecei a cantar. E paralelo a isso surgiu a vontade de aprender inglês (pela paixão mesmo da música e da língua), que até hoje amo falar e ouvir a língua.

E com isso fui moldando um gosto meio brasileiro por causa do MPB, já que quando pequena ouvia Maria Rita, Tim Maia, Jorge Ben Jor, e comecei com Hannah Montana até se ramificar em diversos gêneros como: Rock, Pop, Jazz, um pouco de Puck, Reggae, Clássico, muito gêneros e foi assim que eu comecei na música. Ainda tenho sonho de cantar pelo menos uma vez cantar em bar, ou na rua mesmo, e de entrar num estúdio e gravar minha própria música.

Ahh, e outra, minhas primeiras aulas de piano vão ser esse ano, tudo que aprendi foi por conta própria (e olha que músicos já vieram aqui em casa e falaram que eu tenho futuro kkk), e foi tudo por eu ter ouvido para essas coisas, eu realmente prezo por um som bom, mesmo que custe mais caro. Nada adianta tem altos amplificadores, caixas e mesas de som se o som não sai nítido, claro e confortável. O volume pode sair super alto mas o som é ruim, é uma coisa que apavora a minha pessoa.

E esse ano quero aprender a tocar bateria e violão também.

Acho que isso é um pouco da minha história com a música, então vou colocar o vídeo aqui.

A GRANDE TAG MUSICAL

1. Gênero favorito?

2. Banda ou cantor(a) mais ouvido(a) no momento?

3. Música preferida no momento?

4. Três artistas favoritos?

5. Aquela banda para qual você sempre volta?

6. Trilha Sonora de filme favorita?

7. Música preferida de todos os tempos?

8. Último show que foi?

9. Música mais vergonhosa no computador, celular, itunes?

10. As três músicas mais tocadas de acordo seu player?

11. Que música sempre te faz sorrir?

12. Que música você ouve quando está triste?

13. Que música te faz dançar?

14. Bandas e cantores desconhecidos que você indica?

15. Letra ou citação preferida?

16. Que banda, cantor(a) ou música te lembra de alguma situação específica?

Um beijo, um queijo e um macarons para vocês.

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Rogue One – Uma história Star Wars

Hi, Ciao, Bonjour, Oi, Hej…. Halo My Friends

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Como estava com saudades de falar/escrever isso, mas finalmente eu estou menos atolada de coisas para fazer e pude tomar um tempo para escrever, desenhar, pintar, cantar, dançar, gravar …. Enfim: tempo demais. Mas na terça feira eu fui na pré estreia de Star Wars: Rogue One, com uma amiga minha que so conhece Star Wars pelos nomes e porque eu falo demais sobre o assunto, e bem, ELA saiu do cinema querendo fazer maratona dos filmes porque gostou muito de Rogue One e saiu sem palavras do cinema, para você ver o nível do bagulho. Então vamos a resenha. DICA: Rogue One foi retirado na ideia dos letreiros do episódio IV: Uma nova esperança, e não, não tem letreiro no começo do filme.

SPOILER ALERT – TEM MUITO SPOILER, RECOMENDO PARA QUEM JÁ VIU OU NÃO SE IMPORTA COM SPOILER.

  • Review

rogue-one-grupoCom a introdução de novos personagens rebeldes a história, vemos a trajetória de Jyn Erso (Felicity Jones) desde de sua mãe ser morte e seu pai ser obrigado a arquitetar a Estrela da Morte, ser “criada” por Saw Gerrera (Forest Whitaker), sempre estar foragida até se encontrar com Cassian Endor (Diego Luna), quem posteriormente salva ela para um propósito maior: ela é filha de um dos engenheiros da Estrela da Morte, Galen Erso (Mads Mikkelsen, nosso eterno Hannibal – que falando nisso, eu não consigo ver esse cara fazendo um papel do bem, e ver ele fazendo isso nesse filme foi muito estranho), uma arma até então desconhecida pela Aliança, que tem uma pequena falha – posta pelo Galen para sua filha acabar com a estação. Então eles montam um esquadrão, que posteriormente é chamado de Rogue One, para pegar um mapa da Estrela da Morte com o intuito de achar essa pequena falha.

rogue-one-rebeldiaPorém, todos os eventos acontecem enquanto o Império está na sua ascensão, e fica muito difícil tudo acontecer. Então tudo é um grande risco, tudo é uma grande encruzilhada, até porque é uma missão extra oficial da Aliança, pois muitos participantes votaram para que não ocorresse essa missão que Jyn e Cassian queriam ir. Mas no final a equipe e montada por quem queria que ocorresse e lógico que a Aliança deu um forcinha.

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O bom desse filme foi o seguinte, como ele se passa exatamente antes do “Uma Nova Esperança” (até porque o finalzinho é exatamente mostrando o lugar e a pessoa que vai ser presa pelo Darth Vader, que vai ser resgatada pelo um certo cara que vai se tornar um mestre jedi e um certo cara que tem um certo amigo peludo, que pegou um certo mapa com uma unidade R2… Ta vendo a linha de raciocínio né?!) muitas questões são respondidas, como por exemplo como eles conseguiram o certo mapa da Estrela da Morte, e porque eles sabiam que deveriam atacar exatamente naquele lugar da Estrela da Morte e que aquele lugar causaria a explosão.

rogue-one-dalenE claro, o ambiente do filme é outro, é totalmente desapego e batalhas, mostra mortes e apenas uma esperança nova: o mapa. Mas todos estão fadados a morrer, até porque onde eles vão a Estrela da Morte é acionada para a morte deles. Então o ambiente do filme é mostrando essa parte mais detalhada dos eventos, em que os personagens conhecem alguns outros personagens que vão morrendo conforme vai passando o tempo. E outra, os disparos da Estrela da Morte são retratadas de um jeito surpreendente, e que, como já falei, os principais/ mocinhos estão lá lutando pela vida deles de um jeito muito mais maduro que o resto dos filmes.

rogue-one-cegoE não podemos deixar de falar da Força, que é retratada de um jeito diferente do que a mostrada nos outros filmes, em Rogue One a Força é uma crença, que os personagens Chirrut Îmwe (Donnie Yen) e Baze Malbus (Wen Jiang) têm. Principalmente Chirrut que é cego e usa a Força como uma forma de ampliar seus sentidos, ele está sempre utilizando a frase: Eu estou com a Força e a Força está comigo, em suas batalhas como forma de amuleto da sorte, em que tudo irá dar certo para ele e para seus amigos. Ou seja, eles sabem da existência da Força, mas a utilizam como se fosse uma religião, não como os Jedi usam: como algo que flui entre todos e poucos a possui, poucas podem usufruir de seus “poderes”, e como algo que dá “poder” ao Jedi.

Não posso deixar de falar também do jeito que o filme aborda outros tipos de Rebeldes: os que levam a palavra ao pé da letra, em que são extremistas e não querem saber da Rebelião, da Aliança, e sim acham que podem seguir seus próprios caminhos, com seus próprios líderes em que atacam o Império quando tem a chance e não com exatamente um plano para isso.

rogue-one-esquadraoE assim, falando de modo geral, o filme aborda tudo colocando um peso sobre as coisas que o Império e a Aliança fazem, pois tudo tem uma consequência que é sentida em ambos os lados, em que equilibra as cenas mais sombrias como as cenas em que o comandante Tarkin tem de pedir para Vader cuidar das coisas do jeito dele, e as cenas em que a Aliança (em meio a todo o caos) está ganhando em pelo menos uma coisa na batalha, mesmo que perdendo em outra. E a introdução dos personagens foi ótima, pois mostra um pouco do passado de Jyn (em que seu pai foi obrigado a construir a Estrela da Morte, sua mãe morta, e ela foragida), ao mesmo tempo que introduz o pessoal que vai ser do Rogue One (K-2SO, Chirrut, Base, Cassian e um piloto ex-imperial, Bodhi Rook (Riz Ahmed)) e alterna entre cenas de esperança, tristeza, alegria e engraçadas.

rogue-one-k2soPosso falar que um dos personagens que mais interage com o público é o Chirrut, pois ele é cego e não acreditam que ele fala da Força e tudo mais, e o próprio K-2SO, pois o robô reprogramado imperial é sincero e verdadeiro mesmo no pior momento possível o tornando muito engraçado e roubando cena em vários momentos.

rogue-one-death-starE a história, conseguiu retratar muito bem aquele “quê” que você sempre se questionou entre as duas trilogias (I, II, III e a IV, V, VI), quis sempre saber o que houve nesse meio tempo, quis mais do Darth Vader fanservice foda demais (ainda mais com a voz original, mesmo que um pouco acabada) e quis saber um pouco mais das raízes da Aliança e do Império. E não posso deixar de falar sobre o final excelente que teve: em que Darth Vader vai matando todo mundo em busca do mapa e o mapa consegue ser entregue a nave onde Leia está, e assim, eu jurei que quando mostrou a silhueta da Leia (a atriz que foi utilizada foi a Ingvild Deila) não iria mostrar o rosto, mas sim, ela vira e fala: ESPERANÇA. Obviamente não era ela, e era computação gráfica, até porque o filme foi feito a 39 anos atrás e a Carrie Fisher está velha (visto em O Despertar da Força ano passado), mas a emoção foi muito grande por ver a careta dela ali na tela, num marco tão especial.

rogue-one-k2-e-jynE outra coisa que não posso deixar de falar é os atores, acho que a escolha dos atores foi muito boa, pois a Felicity conseguiu retratar bem aquela mocinha que tem seus problemas ( que pega essa missão da Aliança num momento de desespero, e pelo seu pai também) que sabe que vai morrer e não vai ser a heroína renomada da história (até porque não é citada em nenhum lugar da trilogia original), Diego foi a mesma coisa, em que mostra o conflito entre ser o bonzinho que segue regras ou não (que tem um peso sob suas ações ou não) e não posso deixar de falar de uma coisa: a escolha dos atores que também apareceram na primeira trilogia é genial, pois ficaram muito parecidos utilizando computação gráfica, podendo citar o Tarkin: Guy Henry foi utilizado, e ficou muito parecido com o original (Peter Cushing), diferente de Wayne Pygram que em “A Vingança dos Sith” não foi utilizado CGI e não ficou parecido. E o ator de Bail Organa, em que ele aparece sendo o mesmo ator (Jimmy Smiths) que apareceu na trilogia prequel.

rogue-one-cena-q-n-existeAH, e outra, a refilmagem do filme ficou evidenciada em muitos lugares, como numa cena do trailer em que Jyn está carregando os planos da Estrela da Morte na praia junto com o seu grupo, ISSO NÃO OCORRE, os planos são projetados diretamente do prédio de comando para os Rebeldes que se encontram fora do planeta.
rogue-one-darth-vaderE o vilão é Orson Krennic (Ben Mendelsohn), que também é envolvido com a Estrela da Morte e envolvido com o passado de Galen também (descobri que essa história é contada num livro Star Wars: Catalyst escrito por James Luceno) e que tenta impressionar Tarkin mostrando e testando a nova arma feita pelo Império.

AHHHHHHHH, R2D2 e C3PO aparecem no meio do filme, o cinema foi a loucura quando aconteceu.

E por favor, gastem um pouco a mais e vejam em 3D, pois a qualidade gráfica (e dos CGI) são muito melhores.

Um beijo, um queijo e que a força esteja com vocês.

 

 

Um pouco sobre a (minha) vida.

Hi, Hallo, Oi, Bonjour … Halo My Friends

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Eu só queria pedir mil desculpas, pois não tenho postado nada já faz algum tempo, e não é porque eu não quis, mas simplesmente estava numa fase tão ruim da minha vida que tudo (até o colégio) eu tive que trocar. Bom, primeiramente, eu me mudei de Curitiba, sai da casa dos meus pais e vim morar com meus tios e minha prima. Mudei de colégio para uma experiência diferente (do particular para um estadual), pois tudo estava me fazendo infeliz naquele lugar: estudar, amigos, inimigos, boys, professores… Enfim eu precisava de um lugar que me deixasse feliz novamente. Sem contar que a situação lá em casa não estava das melhores, e percebi que tanto eu quanto meus pais precisávamos de um espaço para organizar a cabeça.

E então, em um dia do final das minhas férias – já tinha pensado em tudo: mudar de colégio, economizar nisso ou naquilo, tentar me focar nos estudos, e nada de mudar – cheguei para a minha mãe e falei: Mãe, e se eu fosse morar com a Luana?, dai foi indo, falei com a tia, com a Luana, com o tio, pedi opiniões de outros, arrumei as datas, estudei para as provas, faltei bastante no colégio, e em 1 mês e pouco depois eu estava arrumando as malas para ir para Goiás, Santa Helena de Goiás, interiorzão.

Se estou melhor? Estou. Estou feliz, estou com amigos mais velhos, tenho amigos da minha idade, estou saindo mais, virando mais responsável, pensando mais na vida e organizando ela. Claro que o intuito no começo era apenas fugir, mas logo comecei a receber responsabilidades e deveres que eu não possui e conviver com novas regras. E vi que é difícil começar algo novo, meio que do zero, mas ao mesmo tempo você vê que a vida tem seus altos e baixos, que num momento você pode estar se achando forte e no outro você esta chorando as escondidas. Claro que você não quer, claro que você acha que é forte, mas numa hora você não aguenta, ainda mais quando um turbilhão de coisas vão acontecendo e mudando junto aos seus pensamentos, e logo você precisa de alguém para desabafar, e essa pessoa logo te fala: você está amadurecendo, e meio que você começa a enxergar o mundo de uma maneira diferente. Começa a ver que aquela coisa que tinha tanto significado para você dias atrás, não tem mais nada agora. E isso pode acontecer com qualquer um, pois no momento que amadurecemos percebemos coisas que julgávamos estúpidas e sem significado virarem coisas concretas e significativas em nossas vidas. Pode ser um livro, uma pessoa, uma foto. E logo você começa a ter um melhor conhecimento de mundo, uma visão mais adulta do que está acontecendo com você, e o melhor é que nesse momento começamos e pensar em maneiras para sair disso, em soluções.

No exato momento que comecei a escrever isso não tinha esse intuito, mas ontem estava tendo uma discussão sobre isso, que a vida não é um conto de fadas, ela é um livro, e como em todo livro você ter as ápices e as depressões. Mas o melhor de tudo isso é quando você começa a reler o que escreveu, e refletir, pensando no que pode escrever nas próximas páginas, e bem, enquanto está fazendo isso, você já esta escrevendo alguma coisa, e tudo vira um ciclo. Então na nossa vida temos risadas e choros, temos decepções e superações, arrependimentos e orgulhos, são os nossos altos e baixos, e bem, o melhor de tudo isso é que você é o autor.

Aniversário do Blog: Ano 1

Hi, Hello, Bonjour, Ciao, Cio, Hallo, Oi, Ola, Hey… Halo My Friends

pow

Voltando as antigas… Hahah

Hoje, finalmente, estou aqui para poder agradecer vocês. Como assim? Bom, 1 ano e 8 dias atrás (dia que estou escrevendo é 12/02), eu e minha prima começamos este blog que foi tão inesperado e ao mesmo tempo tão planejado. Eu me lembro de termos começado a idéia inda em Ipatinga- MG e que foi bem perto do aniversário do nosso primo e da minha mãe (entre 25 e 28/01) e então começamos a pensar em nomes, logos, layout e muito mais. E depois de mais ou menos uns 10 dias ou menos, conseguimos sair no resultado imaginado e eu fiquei lisonjeada em fazer parte.

Então, lá estávamos nós, duas garotas de Curitiba, uma prestes a se mudar e a outra na casa dela pois estava de férias, que no caso desta última era eu, criando um blog no qual não acharíamos que iria dar certo. Eu me lembro como se fosse ontem, a Luana falar que o blog estava demais e tudo mais. Postou o 1 post, era as saudações e logo em seguida, escreveu sobre um herói de quadrinhos que uma pessoa de Curitiba tinha criado. E também lembro de me falar por FaceTime ou WhatsApp (não me lembro exatamente) que queria seguir com seu blog que já existia o Interligados com o Mundo, eu na época fiquei muito arrasada, mas continuei com a ideia do blog e postei meu primeiro post, exatamente no dia 04/02/2015, e bem, é isso que o blog informa então vamos acreditar. E eu lembro exatamente da pessoa que eu era quando escrevi aquilo: eu estava totalmente insegura com o fato de começar algo novo, estava com medo de chegar no colégio e zoarem de mim, enfim, foi por esse motivo que eu fiquei guardando segredos dos meus amigos até depois do meu aniversário.

E bem, no começo eu não tinha nenhuma expectativa, e ele foi crescendo, crescendo e hoje, eu vejo ele como uma porta para a garota que eu era e a garota que eu sou. Em 1 ano, eu mudei. Mas não é isso que eu quero falar, é sobre o blog. Continuando. Logo veio o segundo post (que tenho que agradecer a Cecilia de 1 ano atrás pois posso me orgulhar dizendo que é de The Walking Dead), o terceiro, o quarto, enfim, so tinha as views dos meus parentes, e depois de uns meses, começou a subir os views, e por algum motivo, mesmo querendo no começo, eu não parei de postar, e comecei a ganhar mais views e fiquei cada vez mais orgulhosa de mim mesma. Em 1 ano, o blog conseguiu ter um conteúdo razoável e bem, mais views e pessoas do que eu imaginava. Então, exatamente no dia 29 de dezembro eu tomei a iniciativa de criar o canal: NerdeekQueens o canal no qual estou bem orgulhosa também, então obrigada a todos por fazerem esse sonho virar realidade, e que em 2016 possa me trazer mais orgulho do que tive em 2015, saibam que cada view era uma comemoração.

O que eu tenho que fazer é agradecer, no ano de 2015 foram: 1.399 views, 730 visitantes, 12 curtidas e 17 comentários, 42 posts e 120 seguidores e hoje, contando tudo (2015 e 2016) são 1.869 views, 984 visitantes, 14 curtidas e 17 comentários, 44 posts (contando com esse 45) e 131 seguidores no total, então o que posso é agradecer, daquele jeitinho…

Um beijo, um queijo e um agradecimento para vocês.

 

Um conto de natal

Hi, Hallo, Oi, Ola, Cio, Bonjour … Halo My Friends

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Faltando exatamente meia hora para o natal, decidi fazer este pequeno conto de natal.

“Estava frio, muito frio, meus pés estavam congelando dentro do alto salto que estava utilizando, a neve lá fora me atraia de algum jeito, e fui porta afora. Mesmo com todo o frio possível sai na neve, coloquei um sobretudo por cima do shorts, camiseta e suéter de natal que estava usando, peguei um chocolate quente e saí pela porta de correr, um vento me atingiu. Sentei-me numa cadeira perto da porta, troquei os saltos por uma bota que havia deixado ao lado da porta e tomei meu chocolate quente.

Ouvi um barulho vindo do meu bolso, era o som do Star Wars como toque, e eu imediatamente já sabia quem era, “ele” estava me chamando novamente por uma conversa divertida que sempre tínhamos, a cada mensagem eu sorria, e mesmo sabendo que ele estava do outro lado do globo ele estava tão perto. Conversamos sobre pokémon e sobre Star Wars, eu inconscientemente sorria. E foi quando me chamaram para comer, mesmo sem fome eu fui, mas ao mesmo tempo não queria sair dali. O frio não estava me consumindo, e meu chocolate quente estava esfriando minhas mãos. Entrei com os sapatos na mão e logo tirei o casaco e calcei novamente os saltos. Comi bem pouquinho, e bem devagar, já que ainda estava falando com ele. Faltando alguns minutos para começar o natal lá no lugar que estava, ele me desejou um feliz natal. E falou que tinha que ir, fique triste, e continuei no meu canto. Falei para dormir bem e ter bons sonhos e me desejou o mesmo. Ele fora dormir e eu ainda estava numa festa que nem estava prestando atenção. A música tocava, as pessoas conversavam. E eu com o celular na mão e desenhando um pouco.

Na mesa tinha doces e salgados, e um bom jantar, mas não me importei de sair dos salgados e doces. Afinal para mim o natal significa a reunião da família e não muita comilança. Quando deu meia noite aqui no país, recebi uma mensagem. Meu coração acelerou, o sorriso brotara na minha cara, e minhas mãos estavam tremendo – e não era por causa do frio, mesmo que dentro de casa estivesse quente. Na mensagem continha um coração gigante e logo um ” I Know” que mesmo querendo falar “I Love You” respondi ” I Know” e mandei um coração novamente. Era nosso jeito de demonstrar o amor.”

Um beijo, um queijo e um feliz natal para vocês.