A GRANDE Tag Musical

Hi, Hey, Oi, Ciao, Bonjour … Halo My Friends

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Depois de muito tempo, motivações e muita preguiça acumulada, resolvi gravar um vídeo de uma tag que fiz. A tag eu peguei do blog da Melina Souza pois achei ela muito fofinha e muito significativa pois: é música que estamos falando, e eu amo música.

Vou contar um pouco da minha história com música.

Meu pai é baterista e já foi músico, quando tinha seus 20 e poucos anos ele tocava numa banda na cidade onde foi criado: Videira. Minha mãe é/era pianista, pois por muito tempo tocou piano mas faz muito tempo que não toca também (agora ela está tocando pois temos um piano em casa e ás vezes ela vai lá). Minha vó tem um piano em casa devido a minha dinda, durante um tempo, ter tocado piano, e foi nesse piano que tudo começou.

Quando eu era pequena eu gostava muito de ouvir MPB pois era as músicas que meus pais ouviam, e gostava de ouvir meu pai tocar bateria. Um dia minha mãe estava tocando piano e começou a me ensinar, me dando algumas aulas, e foi ai que me interessei por música. Eu devia ter uns 7 anos de idade quando ela me ensinou onde ficava cada nota, e depois foi me ensinar minha primeira música: Capricho Italiano de P.I. Tchaikovsky, e foi assim que comecei a desenvolver esse amor pelo piano, porém eu não tinha piano em casa, então só podia tocar ele quando estava na casa da minha vó no Rio Grande do Sul. Então outra paixão veio: cantar.

Tudo começou com a série da Hannah Montana, eu realmente achava que um dia iria virar uma cantora ou que a Miley iria passar o legado dela para mim (nesses momentos que você fica pensando o que você tinha na cabeça, mas enfim) e com isso eu cantava todas as músicas com ela. Meu pai me deu meu primeiro microfone e meu primeiro pedestal e foi ai que eu comecei a cantar. E paralelo a isso surgiu a vontade de aprender inglês (pela paixão mesmo da música e da língua), que até hoje amo falar e ouvir a língua.

E com isso fui moldando um gosto meio brasileiro por causa do MPB, já que quando pequena ouvia Maria Rita, Tim Maia, Jorge Ben Jor, e comecei com Hannah Montana até se ramificar em diversos gêneros como: Rock, Pop, Jazz, um pouco de Puck, Reggae, Clássico, muito gêneros e foi assim que eu comecei na música. Ainda tenho sonho de cantar pelo menos uma vez cantar em bar, ou na rua mesmo, e de entrar num estúdio e gravar minha própria música.

Ahh, e outra, minhas primeiras aulas de piano vão ser esse ano, tudo que aprendi foi por conta própria (e olha que músicos já vieram aqui em casa e falaram que eu tenho futuro kkk), e foi tudo por eu ter ouvido para essas coisas, eu realmente prezo por um som bom, mesmo que custe mais caro. Nada adianta tem altos amplificadores, caixas e mesas de som se o som não sai nítido, claro e confortável. O volume pode sair super alto mas o som é ruim, é uma coisa que apavora a minha pessoa.

E esse ano quero aprender a tocar bateria e violão também.

Acho que isso é um pouco da minha história com a música, então vou colocar o vídeo aqui.

A GRANDE TAG MUSICAL

1. Gênero favorito?

2. Banda ou cantor(a) mais ouvido(a) no momento?

3. Música preferida no momento?

4. Três artistas favoritos?

5. Aquela banda para qual você sempre volta?

6. Trilha Sonora de filme favorita?

7. Música preferida de todos os tempos?

8. Último show que foi?

9. Música mais vergonhosa no computador, celular, itunes?

10. As três músicas mais tocadas de acordo seu player?

11. Que música sempre te faz sorrir?

12. Que música você ouve quando está triste?

13. Que música te faz dançar?

14. Bandas e cantores desconhecidos que você indica?

15. Letra ou citação preferida?

16. Que banda, cantor(a) ou música te lembra de alguma situação específica?

Um beijo, um queijo e um macarons para vocês.

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Rogue One – Uma história Star Wars

Hi, Ciao, Bonjour, Oi, Hej…. Halo My Friends

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Como estava com saudades de falar/escrever isso, mas finalmente eu estou menos atolada de coisas para fazer e pude tomar um tempo para escrever, desenhar, pintar, cantar, dançar, gravar …. Enfim: tempo demais. Mas na terça feira eu fui na pré estreia de Star Wars: Rogue One, com uma amiga minha que so conhece Star Wars pelos nomes e porque eu falo demais sobre o assunto, e bem, ELA saiu do cinema querendo fazer maratona dos filmes porque gostou muito de Rogue One e saiu sem palavras do cinema, para você ver o nível do bagulho. Então vamos a resenha. DICA: Rogue One foi retirado na ideia dos letreiros do episódio IV: Uma nova esperança, e não, não tem letreiro no começo do filme.

SPOILER ALERT – TEM MUITO SPOILER, RECOMENDO PARA QUEM JÁ VIU OU NÃO SE IMPORTA COM SPOILER.

  • Review

rogue-one-grupoCom a introdução de novos personagens rebeldes a história, vemos a trajetória de Jyn Erso (Felicity Jones) desde de sua mãe ser morte e seu pai ser obrigado a arquitetar a Estrela da Morte, ser “criada” por Saw Gerrera (Forest Whitaker), sempre estar foragida até se encontrar com Cassian Endor (Diego Luna), quem posteriormente salva ela para um propósito maior: ela é filha de um dos engenheiros da Estrela da Morte, Galen Erso (Mads Mikkelsen, nosso eterno Hannibal – que falando nisso, eu não consigo ver esse cara fazendo um papel do bem, e ver ele fazendo isso nesse filme foi muito estranho), uma arma até então desconhecida pela Aliança, que tem uma pequena falha – posta pelo Galen para sua filha acabar com a estação. Então eles montam um esquadrão, que posteriormente é chamado de Rogue One, para pegar um mapa da Estrela da Morte com o intuito de achar essa pequena falha.

rogue-one-rebeldiaPorém, todos os eventos acontecem enquanto o Império está na sua ascensão, e fica muito difícil tudo acontecer. Então tudo é um grande risco, tudo é uma grande encruzilhada, até porque é uma missão extra oficial da Aliança, pois muitos participantes votaram para que não ocorresse essa missão que Jyn e Cassian queriam ir. Mas no final a equipe e montada por quem queria que ocorresse e lógico que a Aliança deu um forcinha.

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O bom desse filme foi o seguinte, como ele se passa exatamente antes do “Uma Nova Esperança” (até porque o finalzinho é exatamente mostrando o lugar e a pessoa que vai ser presa pelo Darth Vader, que vai ser resgatada pelo um certo cara que vai se tornar um mestre jedi e um certo cara que tem um certo amigo peludo, que pegou um certo mapa com uma unidade R2… Ta vendo a linha de raciocínio né?!) muitas questões são respondidas, como por exemplo como eles conseguiram o certo mapa da Estrela da Morte, e porque eles sabiam que deveriam atacar exatamente naquele lugar da Estrela da Morte e que aquele lugar causaria a explosão.

rogue-one-dalenE claro, o ambiente do filme é outro, é totalmente desapego e batalhas, mostra mortes e apenas uma esperança nova: o mapa. Mas todos estão fadados a morrer, até porque onde eles vão a Estrela da Morte é acionada para a morte deles. Então o ambiente do filme é mostrando essa parte mais detalhada dos eventos, em que os personagens conhecem alguns outros personagens que vão morrendo conforme vai passando o tempo. E outra, os disparos da Estrela da Morte são retratadas de um jeito surpreendente, e que, como já falei, os principais/ mocinhos estão lá lutando pela vida deles de um jeito muito mais maduro que o resto dos filmes.

rogue-one-cegoE não podemos deixar de falar da Força, que é retratada de um jeito diferente do que a mostrada nos outros filmes, em Rogue One a Força é uma crença, que os personagens Chirrut Îmwe (Donnie Yen) e Baze Malbus (Wen Jiang) têm. Principalmente Chirrut que é cego e usa a Força como uma forma de ampliar seus sentidos, ele está sempre utilizando a frase: Eu estou com a Força e a Força está comigo, em suas batalhas como forma de amuleto da sorte, em que tudo irá dar certo para ele e para seus amigos. Ou seja, eles sabem da existência da Força, mas a utilizam como se fosse uma religião, não como os Jedi usam: como algo que flui entre todos e poucos a possui, poucas podem usufruir de seus “poderes”, e como algo que dá “poder” ao Jedi.

Não posso deixar de falar também do jeito que o filme aborda outros tipos de Rebeldes: os que levam a palavra ao pé da letra, em que são extremistas e não querem saber da Rebelião, da Aliança, e sim acham que podem seguir seus próprios caminhos, com seus próprios líderes em que atacam o Império quando tem a chance e não com exatamente um plano para isso.

rogue-one-esquadraoE assim, falando de modo geral, o filme aborda tudo colocando um peso sobre as coisas que o Império e a Aliança fazem, pois tudo tem uma consequência que é sentida em ambos os lados, em que equilibra as cenas mais sombrias como as cenas em que o comandante Tarkin tem de pedir para Vader cuidar das coisas do jeito dele, e as cenas em que a Aliança (em meio a todo o caos) está ganhando em pelo menos uma coisa na batalha, mesmo que perdendo em outra. E a introdução dos personagens foi ótima, pois mostra um pouco do passado de Jyn (em que seu pai foi obrigado a construir a Estrela da Morte, sua mãe morta, e ela foragida), ao mesmo tempo que introduz o pessoal que vai ser do Rogue One (K-2SO, Chirrut, Base, Cassian e um piloto ex-imperial, Bodhi Rook (Riz Ahmed)) e alterna entre cenas de esperança, tristeza, alegria e engraçadas.

rogue-one-k2soPosso falar que um dos personagens que mais interage com o público é o Chirrut, pois ele é cego e não acreditam que ele fala da Força e tudo mais, e o próprio K-2SO, pois o robô reprogramado imperial é sincero e verdadeiro mesmo no pior momento possível o tornando muito engraçado e roubando cena em vários momentos.

rogue-one-death-starE a história, conseguiu retratar muito bem aquele “quê” que você sempre se questionou entre as duas trilogias (I, II, III e a IV, V, VI), quis sempre saber o que houve nesse meio tempo, quis mais do Darth Vader fanservice foda demais (ainda mais com a voz original, mesmo que um pouco acabada) e quis saber um pouco mais das raízes da Aliança e do Império. E não posso deixar de falar sobre o final excelente que teve: em que Darth Vader vai matando todo mundo em busca do mapa e o mapa consegue ser entregue a nave onde Leia está, e assim, eu jurei que quando mostrou a silhueta da Leia (a atriz que foi utilizada foi a Ingvild Deila) não iria mostrar o rosto, mas sim, ela vira e fala: ESPERANÇA. Obviamente não era ela, e era computação gráfica, até porque o filme foi feito a 39 anos atrás e a Carrie Fisher está velha (visto em O Despertar da Força ano passado), mas a emoção foi muito grande por ver a careta dela ali na tela, num marco tão especial.

rogue-one-k2-e-jynE outra coisa que não posso deixar de falar é os atores, acho que a escolha dos atores foi muito boa, pois a Felicity conseguiu retratar bem aquela mocinha que tem seus problemas ( que pega essa missão da Aliança num momento de desespero, e pelo seu pai também) que sabe que vai morrer e não vai ser a heroína renomada da história (até porque não é citada em nenhum lugar da trilogia original), Diego foi a mesma coisa, em que mostra o conflito entre ser o bonzinho que segue regras ou não (que tem um peso sob suas ações ou não) e não posso deixar de falar de uma coisa: a escolha dos atores que também apareceram na primeira trilogia é genial, pois ficaram muito parecidos utilizando computação gráfica, podendo citar o Tarkin: Guy Henry foi utilizado, e ficou muito parecido com o original (Peter Cushing), diferente de Wayne Pygram que em “A Vingança dos Sith” não foi utilizado CGI e não ficou parecido. E o ator de Bail Organa, em que ele aparece sendo o mesmo ator (Jimmy Smiths) que apareceu na trilogia prequel.

rogue-one-cena-q-n-existeAH, e outra, a refilmagem do filme ficou evidenciada em muitos lugares, como numa cena do trailer em que Jyn está carregando os planos da Estrela da Morte na praia junto com o seu grupo, ISSO NÃO OCORRE, os planos são projetados diretamente do prédio de comando para os Rebeldes que se encontram fora do planeta.
rogue-one-darth-vaderE o vilão é Orson Krennic (Ben Mendelsohn), que também é envolvido com a Estrela da Morte e envolvido com o passado de Galen também (descobri que essa história é contada num livro Star Wars: Catalyst escrito por James Luceno) e que tenta impressionar Tarkin mostrando e testando a nova arma feita pelo Império.

AHHHHHHHH, R2D2 e C3PO aparecem no meio do filme, o cinema foi a loucura quando aconteceu.

E por favor, gastem um pouco a mais e vejam em 3D, pois a qualidade gráfica (e dos CGI) são muito melhores.

Um beijo, um queijo e que a força esteja com vocês.

 

 

Um pouco sobre a (minha) vida.

Hi, Hallo, Oi, Bonjour … Halo My Friends

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Eu só queria pedir mil desculpas, pois não tenho postado nada já faz algum tempo, e não é porque eu não quis, mas simplesmente estava numa fase tão ruim da minha vida que tudo (até o colégio) eu tive que trocar. Bom, primeiramente, eu me mudei de Curitiba, sai da casa dos meus pais e vim morar com meus tios e minha prima. Mudei de colégio para uma experiência diferente (do particular para um estadual), pois tudo estava me fazendo infeliz naquele lugar: estudar, amigos, inimigos, boys, professores… Enfim eu precisava de um lugar que me deixasse feliz novamente. Sem contar que a situação lá em casa não estava das melhores, e percebi que tanto eu quanto meus pais precisávamos de um espaço para organizar a cabeça.

E então, em um dia do final das minhas férias – já tinha pensado em tudo: mudar de colégio, economizar nisso ou naquilo, tentar me focar nos estudos, e nada de mudar – cheguei para a minha mãe e falei: Mãe, e se eu fosse morar com a Luana?, dai foi indo, falei com a tia, com a Luana, com o tio, pedi opiniões de outros, arrumei as datas, estudei para as provas, faltei bastante no colégio, e em 1 mês e pouco depois eu estava arrumando as malas para ir para Goiás, Santa Helena de Goiás, interiorzão.

Se estou melhor? Estou. Estou feliz, estou com amigos mais velhos, tenho amigos da minha idade, estou saindo mais, virando mais responsável, pensando mais na vida e organizando ela. Claro que o intuito no começo era apenas fugir, mas logo comecei a receber responsabilidades e deveres que eu não possui e conviver com novas regras. E vi que é difícil começar algo novo, meio que do zero, mas ao mesmo tempo você vê que a vida tem seus altos e baixos, que num momento você pode estar se achando forte e no outro você esta chorando as escondidas. Claro que você não quer, claro que você acha que é forte, mas numa hora você não aguenta, ainda mais quando um turbilhão de coisas vão acontecendo e mudando junto aos seus pensamentos, e logo você precisa de alguém para desabafar, e essa pessoa logo te fala: você está amadurecendo, e meio que você começa a enxergar o mundo de uma maneira diferente. Começa a ver que aquela coisa que tinha tanto significado para você dias atrás, não tem mais nada agora. E isso pode acontecer com qualquer um, pois no momento que amadurecemos percebemos coisas que julgávamos estúpidas e sem significado virarem coisas concretas e significativas em nossas vidas. Pode ser um livro, uma pessoa, uma foto. E logo você começa a ter um melhor conhecimento de mundo, uma visão mais adulta do que está acontecendo com você, e o melhor é que nesse momento começamos e pensar em maneiras para sair disso, em soluções.

No exato momento que comecei a escrever isso não tinha esse intuito, mas ontem estava tendo uma discussão sobre isso, que a vida não é um conto de fadas, ela é um livro, e como em todo livro você ter as ápices e as depressões. Mas o melhor de tudo isso é quando você começa a reler o que escreveu, e refletir, pensando no que pode escrever nas próximas páginas, e bem, enquanto está fazendo isso, você já esta escrevendo alguma coisa, e tudo vira um ciclo. Então na nossa vida temos risadas e choros, temos decepções e superações, arrependimentos e orgulhos, são os nossos altos e baixos, e bem, o melhor de tudo isso é que você é o autor.

Felicidades Antigas

Oi, Bonjour, Ciao, Hi, Cio … Halo My Friends

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Bom, primeiramente FELIZ DIA DAS CRIANÇAS! Ficou meio grande pois me empolguei, desculpa. Estava aqui refletindo um pouco sobre a vida (novidade) e realmente estava lembrando de tudo que me aconteceu na infância, não que eu seja velha ou coisa do tipo: EU TENHO 15 ANOS, mas me faz refletir algumas coisas. A começar pela tecnologia, bem, quando eu era menor eu morava em uma cidade mediana (BLUMENAU – SC), e não me preocupava em ter ou não ter, não sabia o que era um computador e batalhei hard para o meu primeiro celular, lembro que no colégio eu brincava de amarelinha mas tínhamos uma tv para assistir um desenho, que era a coisa que eu mais gostava. Meu quarto era cheio de brinquedos e meus pais tinham tempo para fazer festinhas e pegadas do coelhinho na páscoa. Eu lembro de chegar da escolinha ( saudades Princesa Izabel) toda sorridente e rindo, ligar a tv, colocar no Disney Channel e ser feliz na vida. Meus pais se divertiam comigo e não se importavam se a gente morava numa casa pequena ou grande, apenas queriam que fossemos uma família feliz.

Lembro das brigas que tínhamos, e das teimosias que eu apresentava: quando eu não queria vestir alguma coisa, eu não vestia. Inclusive tem uma história engraçada sobre isso que resumida fica assim: estava chovendo e minha mãe falou para eu vestir um casaquinho azulzinho do Popeye, que eu odiava (até aquele dia), e eles so sairiam se eu colocasse, eu teimei, teimei e teimei, e nada de colocar o casaco. Eles entraram dentro do carro e foram, eu fiz o maior escândalo quebrando até óculos escuro que eu tinha e falava que ia chamar a polícia (que na verdade era minha vó) e então meus pais voltaram, eu entrei no carro chorando e minha mãe fez eu vestir a roupa, eu não vesti, a minha mãe jogou o casaco pela janela e eu chorei mais ainda, pq eu queria usar naquele momento, eu me joguei do carro (que não estava nem andando direito) e peguei o casaco da rua molhada e vesti. Para você ver a teimosia.

Criança é uma fase que você quase não aproveita, pois inveja os adultos e quer logo crescer, mas digo, que a minha infância foi muito legal: eu construi uma casa na árvore com meus amigos (sim, não deu certo, e, beijos Otto e Yuri), escalei árvores e acampei várias vezes em parques. Tive minhas cabanas de lençol e meu primeiro console foi um Super Nintendo. Me sujei no barro das obras das casas que minha tia arquitetava (Beijos Tia Ana), e lá também, brincava de personagens inventados por nós (onde eu era a Mulher Batom, que atirava batons nas pessoas, o Yuri o Homem Estrela, que atirava estrelas, e o Otto era o Homem Pimenta, que fazia algo relacionado a Pimentas, que eu não lembro exatamente o que era, e quando minha prima se juntava, ela era a Mulher Maquiagem, que atirava maquiagens nos inimigos). Subi em muros altos, e fiz percursos neles pela casa que tínhamos. Aprendi a andar de bicicleta e me sentia o máximo, almejando o final de semana para ir ao parque. Tive vários gatos e cachorros, tive pintinhos, coelhos e tartarugas também (graças a minha vó que me deu pintinhos e um coelho). Desci morros de Rolimã, ou de Skate. Ralei meu joelho várias vezes, rasgando algumas roupas no caminho. Sofri Bullying quando o Bullying não era crime. E ainda por cima brinquei de arminhas de água e guerra de balões de água quase toda semana.

Fui batalhar meu primeiro celular quando tinha uns 7 anos, lembro que era um tijolo e tinha jogo da cobrinha, mas eu não me importava. Brincava de Bafo no colégio para trocar as figurinhas dos meus álbuns almejados. Trocava cartas de Pokemon com os amigos também. Montei um balanço uma vez nas árvores e pegava goiaba do pé. Joguei bets na rua, poucas vezes, mas joguei. Não me importava com o que não tinha, mas sempre fui pidona (sempre com a palavra querer na boca). Lembro que ganhei meu computador, aqueles grandões mesmo e nem usava direito, acho que tinha uns 6/7 anos quando ganhei um notebook do meu dindo (obrigado Dindo) e jogávamos Priston Tale nele, fazendo jogatinas de madrugadas em claro, cada um num computador (lembro que eu e os meninos usávamos o notebook, usavam um da mãe e usávamos a tela da tv com a cpu que tínhamos). Lembro de ir em lan house para jogar alguns jogos quando ia a Videira. Lembro também de alugar vários DVD para poder ver filme. NOSSAAAAA LEMBREI DE OUTRA COISA: A gente tinha um clubinho em cima da casa da Tia Ana, que para subir precisávamos escalar um muro de uns 3 metros, eu lembro que era baixinha demais e não alcançava o pé, e os meninos me ajudavam.

Bem, vou parar por aqui porque a coisa está ficando grande. Eu não me arrependo de nada da minha infância, reviveria ela novamente do mesmo jeito, porque nada melhor que se sujar com carvão enquanto escreve na calçada, ou jogar futebol de sabão, OU DORMIR NUM LUGAR E ACORDAR NO SEU QUARTO (MELHOR COISA). Se fossem pedir a minha opinião quanto a criançada hoje em dia eu falo mesmo: eu posso não ser da geração dos meus pais, que não tinha nem internet (porque eu tinha internet, mas nem usava e era ruim) nem nada, mas posso dizer que vivi entre a evolução da tecnologia mas tive um pouco da realidade da infância dos meus pais, mas hoje em dia, vejo que as crianças que tem 2 anos e tem celular na mão, pedem o celular dos pais para ver coisas na internet, e os próprios pais levam um banho por os pequenos saber mais que eles. Acho que a criançada vai ser meio mimada demais, e bem, cada vez menos realmente vão saber o que e cair na lama e desejar mais, ou andar de bicicleta e ralar o joelho num parque. Então eu posso dizer: FELIZ DIA DAS CRIANÇAS AO MEU EU PASSADO, E FELIZ DIA DAS CRIANÇAS A TODOS QUE AINDA TEM ESPIRITO DE CRIANÇA, E FELIZ DIA DAS CRIANÇAS AOS PEQUENOS DE HOJE EM DIA. 

Personagem: Poison Ivy (em Funko POP!)

Hi, Hey, Cio, Oi, Hallo, Bonjour … Halo My Friends

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26 dias atrás foi o meu aniversário e marcou o impulso para que um marco histórico na minha vida acontecesse. Uma pessoa, fez de tudo e mais um pouco para que conseguisse comprar o presente que eu queria tanto: um Funko POP!, quando cheguei na escola, ele me entregou o presente com um sorriso no rosto e EU DON’T BELIVO ATÉ HOJE que eu ganhei (EU DON’T BELIVO ATÉ HOJE – eu sei que não é BELIVO e sim BELIEVE mas a minha prima inventou e pega) e então eu dei um abraço nesse e tudo mais e fui imediatamente ver que personagem era e tcharam: POISON IVY!

O bom de ter ganho uma personagem que eu não conhecia muito bem é que possibilitou que eu conhecesse a história dela… Pelo que entendi tem duas versões que são bem parecidas

  • História – Versão da Era de Prata

DSC_0011Drª Pamela Isley trabalhava em um jardim botânico em Seattle foi convencida, através de seu ex-professor: Marc LeGrande e roubar um artefato egípcio que continha ervas antigas. Temendo que ela o denuncie, Marc tentou assassinar Pamela, que acabou sendo contaminada pelas tais ervas que acabara de roubar que eram super letais e identificáveis. Mas ao invés de morrer, descobriu então que desenvolveu uma imunidade que inibia os efeitos das ervas em seu organismo. Adquirindo uma imunidade para todas as doenças e toxinas existentes.

  • História – Versão da Era de Bronze

DSC_0012Após um roubo, Pamela Isley foi envenenada por Jason Woodrue, seu cúmplice. Mas ao invés de morrer acabou desenvolvendo uma imunidade a todos os tipos de venenos, e com isso passou a cometer crimes utilizando plantas letais e mortíferas, até mesmo geneticamente modificadas. Logo mais se alia-se a Harley Quinn, após de quase ser explodida pelo Coringa e Isley salvar sua vida. Mulher-Gato passa a sentir raiva pela Ivy e depois se tornam amigas (vai entender, tudo louca)

  • Habilidades

Imunidade Tóxica– imunidade por veneno e toxina por mais letal que seja.

Hipnose – poder de hipnotizar com um veneno em sua boca transmitido a partir do beijo.

Manipulação de Plantas – Algumas de suas versões, Ivy pode manipular a vida vegetal ao seu redor, e até mesmo transformar geneticamente as que já existem, deixando-as mais perigosas e poderosas.

  • Aparência

Ivy tem os cabelos ruivos, totalmente vermelhos. Sua pele muitas vezes é normal, mas muitas vezes é esverdeada, na qual, muitas das vezes tem o desenho de plantas nas extremidades ou emulares aparentes. Sua roupa varia muito também, mas é mais conhecida pelo “collant” verde feito e coberto por plantas, folhas e cipós.

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Poison Ivy é do estúdio da Dc Comics e foi criada originalmente por Robert Kanigher e Sheldon Moldoff e teve sua primeira aparição nos quadrinhos do BATMAN #181 (Junho de 1966), é inimiga mais longa de Batman mas ao mesmo tempo tem um amor sinistro e estranho por ele.

O que acharam da Poison Ivy ou Hera Venenosa? O que acham desses posts sobre personagens? Deveria fazer um só para a Harley Quinn e para a Enchantress da DC? Preferem Marvel ou DC? Querem mais posts assim ou não?

Um beijo, um queijo e um Toblerone para vocês! E boa páscoa.